Recentemente nós vimos através das redes sociais uma grande onda de protestos liderados em maioria por estudantes e trabalhadores, tendo destaques para confrontos e manifestações de grande escala em diversos países.

Veja os seguintes países que fazem parte dessa onda de protestos:

França: Seus atos começaram por volta de setembro de 2026, impulsionados por estudantes e universitários contra a precarização e as regras seletivas de acesso ao ensino superior, expandindo-se para reivindicações gerais contra o alto custo de vida, inflação de combustíveis e cortes nos serviços públicos. 

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    O movimento ganhou adesão de sindicatos, agricultores e outros trabalhadores.
    O movimento também chamou atenção pela sua " violência" onde foi 
 registrado confrontos severos, incêndios em prédios públicos e prefeituras, saques a estabelecimentos comerciais e barricadas.
No fim de semana de 17 e 18 de outubro de 2026, mais de meio milhão de pessoas (chegando a 800 mil segundo centrais sindicais como a CGT) foram às ruas em cerca de 110 cidades. Os atos em Paris e em outros locais (como Limoges, Marselha, Montpellier e Lyon).

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Outros países pela Europa 

Itália: Manifestações de estudantes e trabalhadores ocorreram em cidades como Roma, Milão, Bolonha, Turim e Florença, com críticas ao custo de vida e às políticas educacionais do governo de Giorgia Meloni. 

Bélgica: Jovens e estudantes protestaram em Bruxelas e Liège contra o aumento dos custos da educação e cortes em serviços públicos, inspirados em parte pelo movimento francês

 Albânia: Estudantes têm protestado em Tirana exigindo a melhoria das condições universitárias e a renúncia do primeiro-ministro Edi Rama.

 Portugal: Milhares de pessoas têm ido às ruas, com destaque para acampamentos em Lisboa organizados por jovens contra a grave crise habitacional e o encarecimento dos aluguéis.

 Espanha: O país registra protestos ligados à crise de moradia e despejos, pressionando o governo local.


Protestos nas Américas 

Chile: Estudantes têm realizado protestos e paralisações contra cortes de recursos na educação e no orçamento de 2027 apresentado pelo governo, com marchas e confrontos em Santiago e em universidades como a Pontifícia Universidade Católica do Chile. Chamando a atenção pelos confrontos e marchas nas ruas .

Argentina: Foram registrados atos e protestos em Buenos Aires (incluindo manifestações com repercussão política local), além de mobilizações ligadas a agendas políticas internacionais e regionais.

Estados Unidos, México, Brasil  e Canadá: Estão previstos e ocorrendo atos e caminhadas de grupos de apoio ou contra políticos  , além de mobilizações sociais e comunitárias em grandes centros urbanos. 

Países asiáticos que também manifestam: 

 Nepal: Foram palco de protestos violentos e massivos liderados por jovens (Geração Z) motivados pela corrupção e pela proibição temporária de redes sociais. As manifestações levaram à renúncia do primeiro-ministro K. P. Sharma Oli, à dissolução do parlamento e a dezenas de mortos.

 Indonésia: Jovens e trabalhadores saíram às ruas contra regalias a congressistas, políticas impopulares e medidas do governo de Prabowo Subianto, forçando mudanças e demissões no gabinete.

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 Índia: Registrou atos recentes e manifestações ligadas a tensões geopolíticas (como protestos relacionados a conflitos no Oriente Médio e disputas internas), além de mobilizações de trabalhadores e jovens contra políticas econômicas.

 Bangladesh: Conhecido por liderar uma revolução estudantil histórica que derrubou o governo de Sheikh Hasina, o país continua com um cenário de forte ativismo e mobilização da juventude. 

 Filipinas e Sri Lanka: Seguem com histórico recente e contínuo de mobilizações de jovens contra crises econômicas, desemprego estrutural e corrupção sistêmica.

Irã e Myanmar: Enfrentam protestos de caráter político e social — em Myanmar contra a junta militar que assumiu após o golpe de 2021, e no Irã com atos divididos em apoio ou oposição ao regime e aos desdobramentos de conflitos na região.

Para acompanhar a situação dessas manifestações basta pesquisar em redes sociais ou em sites confiáveis

FONTE/CRÉDITOS: Informativo Piracicaba