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ASSOCIAÇÕES DE BAIRROS:
A entrevista começou em um tom descontraído, onde Helinho inicia perguntando ao nosso Editor chefe sobre uma determinada Associação onde o mesmo já foi 1º Secretário, aproveitando o gancho desse assunto nosso editor pergunta:
Helinho responde: Nossa gestão tem se preocupado bastante com isso, pois as Associações de Bairros prestam um grande serviço ás comunidades e são ''braços'' da Prefeitura na colaboração de uma boa gestão, pensando nisso nossa gestão esta regularizando a documentação das Associações e reformando de forma gradual e entregando para seus Presidentes e chapas responsáveis realizarem o cuidado e manutenção da mesma. Ou seja, a Prefeitura realiza uma concessão de uso do ambiente, para que a chapa que venha à assumir além de fazer o bom uso, cuide e mantenha a associação do jeito que foi entregue, em palavras mais objetivas Helinho nos informa que o processo é simples, a Prefeitura regulariza, reforma e entrega nas mãos de pessoas escolhidas pela própria comunidade para cuidarem, então todas as despesas geradas pela mesma é de responsabilidade da chapa eleita. Exemplo: Trocar uma lâmpada, uma válvula que venha quebra em uma descarga, um vidro que venha ser quebrado, por vandalismo ou não, dessa forma fica permitido à chapa gestora cobrar uma ''taxa de manutenção'' em caso de locações do espaço para: Aniversários, Casamentos e demais eventos.
Helinho e as Associações que são privadas, porém prestam serviços para a comunidade e que a própria Prefeitura utiliza o espaço muitas vezes para eventos da própria Prefeitura, essas tem como a Prefeitura fazer algo ?
Helinho responde: Sim. A Prefeitura não desampara essas associações, no entanto a prefeitura pode analisar cada caso de cada Associação e oferecer suporte jurídico para sanar algum problema de documentação, sugerir projetos e orientar em diversas dúvidas aquele gestor, também podemos analisar casos de um desconto ou isenção do IPTU em casos atípicos e com base legal, pois quando a Associação mesmo sendo privada além de prestar serviços sem fins lucrativos, ainda cede o prédio para o munícipio em ocasiões que o munícipio necessita, seja para eventos e/ou utilização do espaço por algum órgão público, é possível analisar sim a possibilidade de isenção, NÃO É UMA REGRA, mas existe possibilidades jurídicas que podem permitir casos atípicos à conseguir essa isenção, hora parcial ou total.
MOBILIDADE URBANA E SEMAE
Ao iniciar um bate-papo antes das perguntas sobre mobilidade urbana, nosso editor comentou sobre o desencontro de obras entre o SEMAE e a Prefeitura, pois a lógica seria fazer a tubulação nova primeiro, depois, já que estava já aprovado o recape, ai sim realizar o mesmo, por conta de retrabalho, e aparentemente gastar o dinheiro público de forma desordenada, com base nesse contexto a pergunta é:
Helinho por que foi realizado o recapeamento da Avenida Pompéia e depois de pouco mais de 20 dias o SEMAE veio e deteriorou o asfalto do local novamente, isso não é gastar duas vezes ?
Helinho responde: Vamos lá! Primeiro ponto existem duas licitações distintas nesse caso, uma onde o SEMAE licita diretamente lá no SEMAE e outra onde a Prefeitura faz a licitação aqui. Esse caso atípico ocorreram 3 situações:
1ª Situação: A licitação da empresa de recapeamento uma vez ganha, eles tem prazo para entregar e eles tem um cronograma à seguir, caso não ocorra adversidades meteorológicas, então como já estava licitado e a empresa tem prazo para entregar foi autorizado à fazer o recape.
2ª Situação: SEMAE finaliza seu processo de licitação e empresa que ganhou tem o seu cronograma, então a empresa iniciou o processo o qual era para ser um processo NÃO DESTRUTIVO, ou seja, não iria rasgar o asfalto, pois a metodologia contratada foi de utilizar uma tecnologia que permite que uma máquina entre através de uma única ''janela'' aberta no chão, então por essa ''janela'' a máquina entra, faz a perfuração de uns 200 metros, coloca-se a tubulação e a tubulação sai em outra janela, e assim sucessivamente, porém ai vem a terceira situação...
3ª Situação: Engenheiros do SEMAE informaram que a tubulação velha passava por um lado e só poderia perfurar do outro lado para colocar a tubulação nova, com essa informação os serviços iniciaram-se, porém foi descoberto da pior forma que há anos atrás essa tubulação antiga passava-se de um lado mudava para o outro lado e depois voltava para o outro lado novamente, por conta disso a máquina estourou o cano que mandava água para os bairros adjacentes, então foi necessário parar o que estava fazendo e consertar o antigo para que a população local não ficasse dias sem água, por conta disso acabou que, o que não era para ser destrutivo, foi destrutivo e gerou transtornos no trânsito local.
Porém assim que cessar as chuvas frequentes serão retomados os serviços, finalizados e posteriormente a empresa de recape irá recapear novamente, detalhe sem custo nenhum.
Continua na parte 2...
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Publicado por:
Patrick Taylor
Cristão, Esposo, Pai, Empresário, Jornalista, Publicitário, Designer Gráfico, Programador
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