A dupla Cano e Ganso está próxima do capítulo final pelo Fluminense. Com os contratos de ambos se encerrando no fim de 2026, o Tricolor se planeja para se despedir da melhor forma possível dos dois ídolos. O cenário da dupla é parecido, mas tem diferenças importantes.
Do lado do camisa 10, a decisão de não estender o contrato é a mais atual. Mas, a depender da temporada de Ganso em 2026 e da necessidade do time para o ano seguinte, pode haver uma mudança de rota. O jogador ainda não foi comunicado sobre um possível encerramento nem procurado para prorrogar o vínculo.
Mesmo não seguindo no Fluminense, Ganso não cogita aposentadoria. O jogador tem mercado no futebol brasileiro e no exterior. O camisa 10, inclusive, é desejo antigo do Santos, clube que o formou. O Peixe sondou a situação do meia em diferentes momentos nos últimos tempos. Fora do Brasil, a MLS aparece entre os destinos favoritos pelo perfil do futebol e por já ter manifestado interesse no jogador. A partir de julho, o meia ficará livre para assinar um pré-contrato com outro clube,
O caso de Cano é diferente. Somente uma reviravolta muito fora da curva manteria o camisa 14 no Flu em 2027. Ao contrário de Ganso, a saída do Fluminense pode coincidir com uma aposentadoria para Cano. O martelo ainda não foi batido nesse aspecto.
Um fator que pesa contra o argentino são as lesões. Desde o ano passado, o atacante não conseguiu ter sequência, principalmente por contusões e complicações no joelho. Em janeiro deste ano, Cano passou por uma artroscopia no início da pré-temporada.
Diante desse cenário, o Fluminense faz um planejamento de despedida e homenagens para os dois ídolos do clube. A diretoria não quer repetir o que aconteceu com Fábio no Cruzeiro, por exemplo. Mesmo em fim de ciclo, Ganso e Cano são vistos como importantes para 2026, principalmente o camisa 10. Com a lesão de Lucho Acosta e a disputa de mais de uma competição, a minutagem de Ganso deve seguir alta até o fim do ano.

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